Alcançando os Católicos com o amor de Deus

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No dia 14 de Outubro de 2008, em Stornoway, na ilha de Lewis na Escócia, tive o privilégio de falar a muitos crentes acerca do tema acima referido, tópico do qual gosto muito. A ilha de Lewis é conhecida pelo avivamento que ocorreu ali em tempos passados. Uma característica distintiva destes avivamentos, e de todos os avivamentos que ocorreram nos 300 anos de forte fé bíblica na Escócia, foi testemunhar aos Católicos. Para ser fiéis ao Senhor na sua grande comissão, e com o desejo de avivamento nestes dias apostáticos em que vivemos, é necessário compreender o que está envolvido nesta campanha. Para a maioria, como outras pessoas religiosas, os Católicos pensam que eles têm que ser rectos perante Deus. É por isso que eles tomam os sacramentos da Igreja e fazem boas obras, o que está de acordo com os ensinos católicos. Isso é a base com a qual começamos para alcança-los com o amor de Deus. O pecado dos Judeus – o seu desprezo pelo Evangelho da graça – era uma angustia muito grande para com o Senhor Jesus. No entanto, foi com olhos cheios de lágrima que o Senhor olhou para as almas perdidas de Jerusalém. Da mesma maneira, o Apostolo Paulo explicou o grande fervor que ele tinha para a salvação dos seus semelhantes, os judeus.(1) A sua afecção para com os seus compatriotas era tal que ele estava disposto a sofrer as mais duras provações para dar-lhes o Evangelho. Assim deveria ser o nosso amor para com os perdidos. Se não tivermos amor e zelo para alcançar os Católicos, que trabalham debaixo de um falso Evangelho, deveríamos clamar ao Senhor para arrependimento e para ter amor para com os perdidos, o que tem sido a marca dos Cristãos verdadeiros através dos séculos.

Alguns dos obstáculos que nos impedem de alcançar os Católicos são os seguintes:
Houve uma mudança de táctica que a Igreja Católica tornou oficial no Concelho do Vaticano II. Este Conselho em particular mudou de uma posição de separação com todas as outras religiões para um novo programa de ecumenismo falso. Esta nova aproximação foi concebida para apresentar o Catolicismo Romano como sendo cristão e assim persuadir os Evangélicos a tornar-se Católicos. Como a Igreja de Roma o define, a sua táctica principal é pelo diálogo. Nos seus documentos anteriores ao Vaticano II foi escrito:

“…o diálogo ecuménico serve para transformar maneiras de pensar e de agir e a vida quotidiana destas comunidades (as igrejas não Católicas). Deste modo, isto prepara o caminho para a sua unidade na fé no seio de uma única Igreja visível. Assim, pouco a pouco, como os obstáculos para uma comunhão ecuménica perfeita vão desaparecendo, todos os cristãos serão reunidos numa celebração comum da Eucaristia na unidade de uma só e única Igreja, que Cristo outorgou para sua Igreja desde o princípio. Esta unidade, acreditamos, habita na Igreja Católica sendo uma coisa que Ela nunca pode perder.”[1]

Esta táctica foi elaborada para enganar os Cristãos e fazê-los pensar que a Igreja Católica mudou. Esta política enganadora tem tido sucesso pois há agora muitos movimentos ecuménicos que aceitam os Católicos como Evangélicos. Tais movimentos como “Evangelicals and Catholics Together” (Evangélicos e Católicos Juntos), “Christian Churches Together” (Igrejas Cristãs Juntas), “The Coming Home Network” (a Rede Voltar para Casa) e “ The Emerging Church Movement” (o Movimento da Igreja Surgida) negam o Evangelho e fazem aceitar às pessoas o catolicismo e seu falso ecumenismo. Para ultrapassar este obstáculo ao evangelho e estes movimentos que o acompanham, é imperativo analisar o Catolicismo. Primeiro de tudo, o aspecto mais perigoso da Igreja de Roma é o facto de ela aparecer ser baseada nas grandes verdades essenciais da revelação de Deus. No entanto, quando entendemos o que a Igreja Católica acrescente às estas verdades nos seus ensinos oficiais, podemos ver que este sistema não é de maneira alguma cristão.

Alcançando com a Verdade do Senhor

Começamos a alcançar os Católicos com esta pergunta: “Pode dizer, sem duvida nenhuma, que está recto perante Deus neste momento?”. Explicamos então que não somente é possível ser justo perante Deus, mas que também Deus quer que fiquemos nesta situação de rectidão. Depois começamos a falar do contraste que existe entre os ensinos bíblicos e os ensinos oficiais da Igreja Católica.[2] A igreja Católica, que clama ser cristã, declara que os seus ensinos absolutos são infalíveis.[3]3 No entanto todos os Cristãos verdadeiros confiam somente em Deus e na Sua palavra. “…e a Escritura não pode ser anulada.”[4] “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.”[5] A Igreja de Roma professa dar Cristo nas Missas e o Espírito Santo nos sacramentos.[6] Ela proclama fortalecer os Fiéis com crucifixos, rosários, estatuas, água santa, e santos. Afirma que eles podem diminuir o sofrimento das almas que estão no Purgatório pelas indulgências. Professa ser o mediador entre Deus e o Homem, ter as chaves do Céu e do Inferno e proíbe o casamento dos seus padres através da sua regra de celibato. A Igreja de Roma pede abstinência em relação a carnes mas veste os seus cardinais com roupa fina, púrpura e escarlata que tem ouro e pedras preciosas. Para resumir, ela organizou um sistema de ilegitimidade e deu-se a ela própria o estatuto de “Nossa Santa Mãe, a Igreja”. A pressuposição papal é que Deus combinou uma hierarquia totalitarista com o Papa ao topo, seguido pelos Cardinais, os Patriarcas, os Sumo Arcebispos, os Arcebispos, os Metropolitanos, os Arcebispos coadjutores, os Bispos da Diocese, os Bispos coadjutores e os padres. A estrutura bíblica da Noiva de Cristo é completamente diferente. No verdadeiro corpo de Cristo, aqueles que são nomeados Anciões e Diáconos continuam simples irmãos dentro do mesmo corpo e o único Mestre é Jesus Cristo o Senhor, “…porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.”[7]

Como os Católicos vivem a sua vida debaixo da jurisdição da Igreja, eles têm uma longa viagem através do Sacrifício da Missa, dos Sacramentos, das boas obras, do mérito, e da veneração à Maria e aos santos. Cada um deve compartilhar dos Sacramentos para poder ser suficientemente bom para morrer no estatuto de “graça santificada” e depois ser salvos, ou pelo menos é esperado, ficar por pouco tempo no Purgatório. Assim, até num nível natural, é difícil ver como um Católico pode sequer ter esperança. O sacrifício da Missa e os sacramentos são feitos de tal maneira que o máximo que podem prometer é um pseudoinferno chamado Purgatório. É mesmo tempo, para os que realmente amam o Senhor, de alcançar neste mesmo amor os Católicos.

A necessidade de dar o verdadeiro Evangelho aos Católicos

O Apóstolo João escreveu, como também o fizeram Pedro e Paulo, para que possamos saber como nós, pecadores condenados, podemos ter a paz e a segurança que vem quando estamos justos perante o Supremo Santo Deus. A Sua santidade é o factor primordial da Sua personalidade essencial. É por isso que precisamos estar correcto perante o Supremo Santo Deus nas condições que Ele prescreve. É só pela Sua graça que o pecador, que está condenado por causa das suas transgressões e dos seus pecados, pode afastar-se do pecado somente pela fé e através da convicção do Espírito Santo, para chegar a salvação que Ele, e somente Ele dá. Esta salvação é baseada unicamente na perfeita vida e morte de Jesus Cristo, e por ela, Ele pagou completamente o preço dos pecados do Seu povo. Somente Deus, pela Sua graça, abre o ouvido do pecador para que ele possa, somente pela fé, acreditar unicamente em Cristo, “porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isso não vem de vós, é dom de Deus, não vem das obras, para que ninguém se glorie.”[8] O apóstolo Paulo também dá o sentido exacto de ser justo perante Deus: “Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus.”[9] Jesus Cristo não foi “feito pecado” por causa de vícios ou pecados introduzidos nele, como também, no pecador não é “feito justiça” por causa de santidade introduzida nele. O Senhor é Santo por essência; no entanto, como substituto do crente, que está condenado por causa das suas transgressões e dos seus pecados, Ele se tornou legalmente responsável para tomar sobre si o pagamento completo dos pecados do crente, castigo que é a justa ira de Deus. A consequência da justiça de Jesus em tudo o que Ele fez, inclusive a Sua morte na cruz, é que a Sua justiça é atribuída ao crente. Foi Deus que legalmente constituiu Jesus Cristo para se tornar “um pecado por nos”. Foi “feito pecado” porque os pecados de todo o Seu povo foram transferidos para Ele; e da mesma maneira, o crente é feito “na justiça de Deus nEle” porque Deus atribui ao crente a fidelidade de Jesus conforme aos preceitos da lei. Isto é claramente o Evangelho do qual o profeta Isaías falou: “Mas Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades: o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andámos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho: mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de nós todos.”[10]

Como não evangelizar

O maior obstáculo ao Evangelho é o silencio. Ao ficar silencioso e esperando que a nossa vida cristã vai testemunhar por si própria, falhamos em guardar o mandamento de Deus. O mandamento : ”Portanto, ide, ensinai todas as nações…”[11] significa falar do Evangelho a todos, inclusive aos Católicos. A maioria das freiras, dos padres e antigos leigos que eu conheço e que foram salvos do Catolicismo, testemuharam que nenhum crente verdadeiro nunca se aproximou deles falando sobre salvação. O mandamento de Cristo de anunciar as Boas Novas não é um pedido. É um mandamento.

Evangelizando um Católico, temos de ter cautela de não dar nenhuma “mensagem de prosseguimento”. Uma mensagem de prosseguimento é dizer ao ouvinte o que ele “TEM que fazer”. Os católicos são ensinados a sempre fazer coisas para agradar a Deus. Quando aproximamonos de um Católico, falamos sobre o que Cristo fez e da necessidade de crer nEle. As expressões como “aceita Jesus no teu coração”, “Dá a tua vida para Cristo” são expressões muito parecidas às que são usadas no Catolicismo, as vezes são exactamente estas mesmas palavras. Estas mensagens têm que ser postas à parte se queremos verdadeiramente evangelizar os Católicos. É então necessário falar sobre as maneiras erradas de evangelizar, aquelas que podem prejudicar o verdadeiro Evangelho.

“Aceita Jesus no teu coração (i.e. ser salvo)” é uma das frases mais usada no círculo evangélico. Este conceito humanístico não é bíblico. Coloca o homem no controle da sua própria salvação; no entanto, desde o princípio até ao fim, a salvação é somente obra de Deus. A salvação não é uma decisão originada no homem; é a escolha amorosa do Pai antes mesmo da fundação do mundo. O conceito bíblico da salvação é que é somente pela graça que o crente é aceite em Cristo. O tema inteiro dos dois primeiros capítulos de Efésios é resumido pelas palavras do Apóstolo: “ Para louvor e glória da Sua graça, pela qual nos fez agradáveis a Si, no Amado.”[12] A terminologia “aceita Jesus no teu coração” é antiga e enganosa. A pessoa sem Deus e morta espiritualmente pode ser aceitável à Deus somente se está “em Cristo”, como todos os ensinos dos Apóstolos Paulo, João e Pedro o testemunharam.

Apocalipse 3:20 é muitas vezes usada de maneira errada para evangelizar: “ Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” Estas palavras foram faladas para os cristãos da Laodiceia, não para os não crentes. O uso erróneo deste versículo sobre a santificação para ensinar o Evangelho é indesculpável.. A santificação é diferente da justificação. A santificação é gradual e mutável mas a justificação é instantânea e imutável. O uso abusivo deste versículo é sério porque os Católicos especialmente podem ser enganados acerca deste tema vital.[13] Eles então ficam na Igreja Católica crendo ter feito a “coisa evangélica” para adicionar aos seus rituais católicos. Da mesma maneira, muitos evangélicos que vão à igreja não estão ainda salvos porque passaram pelo mesmo plano de salvação “fácil de acreditar”. É um erro mesmo sério dar uma mensagem errónea da salvação.

Há outras mensagens similares feitas por homens que são usadas na igrejas Evangélicas. Por exemplo, para ser salvos, é dito às pessoas que têm que “dar a Jesus o controlo da tua vida”, ou “dar a tua vida a Jesus”. Na verdade, não há nada que uma pessoa possa fazer em troca da salvação. Na palavras do Apostolo, “ não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou…”[14] Jesus Cristo foi o único sacrifício aceitável à Deus Santo e esta oferta de pecado foi completamente acabada na cruz. O sacrifício para o pecado esta terminado. Uma pessoa torna-se recta perante Deus somente pela graça, somente através da fé e esta fé somente em Jesus, não por compromisso nem por comportamento controlado. Na verdade o contrario exacto disso é verdade.  Estas são algumas das maneiras humanísticas com as quais os evangélicos modernos apresentam o Evangelho. Os exemplos dados aqui são para ilustrar o afastamento do verdadeiro Evangelho, e isso está a acontecer no mundo moderno, e alertar o povo do Senhor acerca da verdadeira mensagem que tem que ser dada.

A maneira de apresentar o Evangelho através da Bíblia.

Em primeiro lugar, todos os homens têm que obedecer ao mandamento de “ crer no Senhor Jesus”. O senhor resumiu este mandamento quando disse: “ A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou.”[15] Da mesma maneira, os Apóstolos Paulo e Silas declararam: “ Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.”[16] A importância central da fé foi dada pelo Senhor nessas palavras: “ Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna.”[17] O Senhor resume assim a situação: “ Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.”[18] O Senhor Jesus Cristo especifica claramente a razão disso: ”Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do Unigénito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.”[19]

Tendo ouvido o mandamento de crer, temos que entender que sem a imérita graça ou o imérito favor de Deus, ninguém pode acreditar. A mais alta expressão da bondade de Deus é a graça. A misericórdia e a bondade amorosas denotam a verdadeira natureza da graça de Deus. É por isso que as Escrituras insistem:” Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça, pela sua benignidade para connosco, em Cristo Jesus.” A salvação não vem de qualquer coisa que está dentro da pessoa a quem estamos a testemunhar, mas sim vem da imensa bondade e misericórdia de Deus. A tensão bíblica entre estes dois pontos – que cada pessoa tem que acreditar mas que sem a graça de Deus, esta pessoa não pode acreditar – tem que ser claramente especificada quando testemunhamos aos Católicos. Esta tensão é expressada em alguns textos das Escrituras como por exemplo: “ Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.”18 O propósito de Deus em escrever este versículos e outros, é para mostrar que uma pessoa tem que “acreditar em Jesus” para ter salvação; mas para isso ela precisa da graça imérita de Deus. Como testemunhamos, temos que mostrar à pessoa que, para acreditar, ela tem que procurar Deus e Sua graça. Todos aqueles que vêm para descansar na fé de Jesus Cristo são convencidos não somente da maldade do pecado nas suas próprias vidas, mas também do facto que o poder de acreditar em Jesus Cristo é Seu dom gratuito para o crente. A graça do dom gratuito é sublinhada pelo Apóstolo Paulo: “ Sendo justificados gratuitamente, pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.” A graça é um dom gratuito, imérito e gratuito. Um dom gratuito é sempre verdadeiramente gratuito ou senão seria um salário recebido em troca de algum trabalho efectuado no interesse e proveito do dador. A graça é totalmente imérita e é oposta a qualquer esforço ou revendicação pessoal.

Conclusão

Como disse ao princípio, evangelizar os perdidos, especialmente os Católicos, deve ser umas das principais prioridades das nossas vidas. Mas temos de admitir que a maioria dos crentes não são muito preocupados em evangelizar Católicos. Precisamos do zelo e da frescura de crentes autênticos através o curso da Historia. Não há qualquer duvida que Deus quer o nosso arrependimento para que Ele possa restaurar a nossa saúde espiritual e insuflar um amor para os perdidos. Sua promessa é: “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” Neste contexto, será que ficamos disposto a irmos avante com a promessa de Deus de trabalhar entre nós? No passado, até nos dias de profundo declínio, o trabalho de salvação do Espírito Santo foi sempre por meio do Evangelho da graça. E isso será sempre o meio do Espírito Santo até a volta da gloria do Senhor. Isso têm sido os ensinos e as praticas daqueles que são usados por Deus nos avivamentos que ocorreram ao longo da história da Igreja. Assim, oramos , como também o fizeram os homens e mulheres nas outras épocas de declínio: “ Desperta, desperta, veste-te de força, ó braço do Senhor: desperta, como nos dias passados, como nas gerações antigas.“[20] O Senhor Deus não precisa que nós lembramos dEle mas Ele nos dá liberdade de humildemente ser honesto para com Ele acerca destas aparências do Seu poder como será respectivamente aos Seus próprios louvores. Somos confidente de irmos a frente com Seu poder porque lembramos que em Cristo, são prometidas riquezas de graça. Sua Palavra fala das “riquezas da Sua graça” e das “ abundantes riquezas da Sua graça”, mas é também proclamado que a Sua graça “abundou sobre muitos” e que recebemos “abundância de graça”. Sim, a graça de Deus no Evangelho de Cristo é superabundante. Não deveríamos esperar ser tocados por ela num avivamento verdadeiro nestes dias apesar da situação das Igrejas ser como já vimos? Tudo isso porque o Senhor é o Cristo, o Ungido. O propósito dEle continua. Como no dia de Pentecostes, Ele é sempre digno de ser exaltado por causa do derramamento abundante do Seu Espírito Santo. Tal derramamento do Espírito Santo continua a ser não para Ele mas sim para o Seu povo. O dom gratuito estava no poder do Pai que Jesus Cristo prometeu. A promessa foi então cumprida e é ainda valida para nós ”Porque todas quantas promessas há de Deus, são, nele, sim, e, por ele, o Ámen, para glória de Deus, por nós.”[21] Assim o que foi visto e ouvido é uma garantia do mesmo derramamento para nós. Então podemos ser completamente seguro que vamos ter respostas porque o próprio Senhor disse-nos:”Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”[22] Assim, como o Pai responde com avivamento pessoal nos nossos próprios corações, nós, com obediência e amor, iremos alcançar os que ainda estão perdidos na escuridão, sem o Pastor e sem a luz do Evangelho.


Richard Bennett de “Berean Beacon” Página Web: https://bereanbeacon.org/index.php? link=portugues

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[1] Reflections and Suggestions Concerning Ecumenical Dialogue” em Vatican Council II: The Conciliar and Post Conciliar Documents, Austin Flannery, O.P., editor, 1981 editiora (Northport, NY: Costello Publishing Co., 1975), S.P.U.C., 15 de Agosto de 1970, p. 541

[2] Isso é claramente sublinhado no nosso folheto chamado “Está certo com Deus?”. É disponível em língua Inglesa e é gratuito através de: ‘Literature Ministries International’; telefone nos Estados Unidos: Email (Doug Salser) doug@litmin.org (25 folhetos/pacote)
Ou vê nossa página online: http://www.litmin.org/store/products.php?prodid=1013&do=list

[3] Catecismo Parágrafo 891 “…O Supremo Pontífice…goza desta infalibilidade em virtude da sua posição quando…. ele proclama por um acto definido uma doutrina acerca da fé ou da moralidade….Este infalibilidade estende-se até o deposito da própria revelação divina:”

[4] João 10:35

[5] João 17:17

[6] “A Igreja afirma que para os crentes os sacramentos da Nova Aliança são necessários para a salvação. A

graça sacramental é a graça do Espírito Santo dada por Jesus Cristo e própria para cada sacramento:” em Catechism of the Catholic Church (Catecismo da Igreja Católica) (1994), Para. 1129.

[7] Mateus 23:8

[8] Efésios 2:8-9

[9] 2 Coríntios 5:21 10 Isaías 53: 5-6 11 Mateus 28: 19

[10] Isaías 53:5-6

[11] Mateus 28:9.

[12] Efésios 1:6

[13] Por exemplo, os Católicos acreditam sinceramente que já receberam Jesus no coração deles porque tomam a eucaristia que é, conforme aos ensinos deles “o corpo e sangue de Jesus Cristo”. 14 Tito 3:5

[14] Titus 3:5

[15] João 6:29

[16] Actos 16:31 17 18

[17] João 3:18-19

[18] João 1:12-13

[19] João 3:18-21

[20] Isaías 51:9

[21] 2 Coríntios 1:20

[22] Mateus 7:11